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Esse texto uma amiga me mandou através do Facebook no dia em que completei 3.0. O texto original é de Smiley Poswolsky, foi traduzido pelo site medium.com e adaptado por mim...

Algumas reflexões sobre a alegria de ter 30 ou mais

“Quando você faz 30 anos, não dá mais para fingir. É impossível trabalhar em um lugar que você odeia, é impossível namorar quem você não ama e é impossível não cuidar bem do seu corpo (essa parte é um pouco mais complicada). Depois dos 30, você está mais sintonizado com o seu corpo, seu coração e sua alma.

Algumas mudanças são difíceis... seu corpo começa a rejeitar algumas coisas como excesso de café ou ficar bêbado e acordado a noite inteira (isso já faz mais tempo que acontece). Seu coração começa a se interessar menos por explorar livremente por aí e mais por intensificar algo com quem você realmente gosta.

Sua essência está mais conectada com os seus verdadeiros desejos. Aos 30, você para de enganar tanto as pessoas. E, consequentemente, você também para de se enganar. Aos 30, você começa a perceber quem é e o que quer. Aos 30, você está confiante sobre as suas qualidades, mas também conhece seus pontos fracos. Aos 30, você substitui desculpas esfarrapadas por verdades. Aos 30, uma ressaca não é mais uma leve dor de cabeça no domingo de manhã... É tipo o pior dia da sua vida.

Hoje, eu faço o que eu quiser das minhas noites de sexta. Geralmente, eu leio um livro ou assisto AXN. Coloco uma roupa leve assim que chego em casa, e me deito por volta das 9. Se eu saio, faço coisas com as pessoas que realmente fazem a diferença na minha vida. Quando eu tinha 24, você jamais me encontraria em casa em plena sexta-feira.

Claro que ainda tomo uma ou outra cervejinha, mas minha semana não gira mais em torno de beber. Quando me perguntam se eu quero fazer alguma coisa, eu já imagino um programa ao ar livre ou uma viagem para algum lugar legal, e não necessariamente beber (só às vezes).

Aos 20, você quer ser amigo de todo mundo. Tudo gira em torno de conhecer gente nova para sair. Tem aquilo de no sábado vai rolar tal coisa, que quase sempre se resume em 5, 10 ou 20 amigos aleatórios no bar ou na balada.

Aos 30, esses rolês começam a ficar mais complicados. Você já sabe quais são seus amigos de verdade. Depois de anos de vamos marcar alguma coisa, essas saídas são substituídas por programas mais intimistas. É claro que, de vez em quando, eu topo uma festinha, mas geralmente prefiro conversar com alguém que seja realmente importante para mim, que faça parte da minha vida e que eu gostaria que estivesse no meu casamento – e não alguém que só curte as minhas fotos no Facebook”.

Bom final de semana!!!