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Momento propício para empreender

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O título desta coluna leva em conta exatamente as dificuldades econômicas que o Brasil vive atualmente. Sempre que um momento difícil se apresenta para a população a criatividade aparece. Sim, porque é preciso criar para sobreviver ao período, buscando alternativas que possam proporcionar a solução dos problemas que se apresentam, por  a inflação ter retornado em nosso país; a crise ser bem mais severa do que nossas autoridades admitiam, aliás, subestimaram a “marolinha”, que acabou se tornando uma onda preocupante; a corrupção que se banalizou e atinge índices alarmantes; além das intermináveis crises políticas. Tudo isso é nitroglicerina pura. “Durma com um barulho desses”. Apesar de tudo isso, o Brasil não é dos piores em empreendedorismo.

Porém, nossos corajosos empreendedores surgem quase que ao acaso. Quer dizer, se sentem atraídos pelos negócios e se lançam ao mercado com poucos e até sem nenhum conhecimento do que passam a desenvolver. E mesmo assim, um bom número se dá bem e alcança sucesso. Guiados pelo tato, pela escola da vida e pela percepção, apesar da elevadíssima tributação que onera tremendamente os empreendedores, inclusive os pequenos. Os impostos no Brasil são demasiados, aliás, escorchantes.

Imaginem então os brasileiros estimulados por cursos, orientação e planejamento para formar a cultura do empreendedorismo em nosso povo. Infelizmente as universidades contribuem pouco neste sentido. Os alunos não recebem este tipo de orientação. Formam profissionais que apenas querem se empregar, ganhar bem trabalhando em frente a um computador com jornada de oito horas diárias de segunda a sexta-feira. Ah, e de preferência passar num concurso público e depois se acomodar. Aliás, essa é uma grave sequela que enfrentamos atualmente. A mentalidade de se tornar um funcionário público e fazer parte de um serviço, muitas vezes ineficiente, mas com estabilidade, garantia de aposentadoria com salário integral além de outras mordomias passa a ser o objetivo.

Como na dificuldade surgem grandes soluções, este é um momento propício para empreender. Claro que exige uma boa dose de coragem como primeiro critério, muita disposição para trabalhar e pesquisar, faro para negócios, disposição para ouvir, paciência com os erros, persistência em buscar a perfeição e gostar muito de gente, de pessoas. Sim, porque vai ter que trabalhar com pessoas para vender também. Que tem sentimentos, preferências, gostos, cores, sabores, inclinações, etc, etc...

A sorte está lançada. Dá para ter um bom faturamento como empresário. Então, está esperando o quê?